terça-feira, 9 de junho de 2015

Desalinho

De tantas refrações cheguei a conclusão: foco é desencanto.
Se persistem em algos estáticos, pontos únicos, firmezas em solo, digo que sou a negação!
Que estou liquidificando, hidratando pra ceder. Que perco do corpo as marcas nesse descongelar.
Pouco importa o tom mesmo, o elemento mesmo, a passagem mesmo, os desalinhos, assimetrias mesmo, as rugas, a curva infindável, desproporção mesmo, as indireções.
Nada na verdade importa tanto quanto a falta de ter importância.

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